terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Do quimérico ao "ciborguico"

O dia já faz com que meu corpo exija um pouco de descanso. Contudo, aceito meu próprio desafio de escrever este pequeno desabafo. Proponho-me colocar palavras para aliviar a angústia que surge com o conhecimento. É neste momento auspicioso da noite que me coloco como aquele que conhece a dor, o conhecedor, de uma questão fundamental particularmente.

Cyborgs não existem mais apenas em nossa imaginação: estão em todos os lados. Desde a modelo de prótese até o usuário da web, com seus perfis em redes sociais. Somos além, mas não melhores. Diferentes. O que acredito ser fundamental nisso é que: coloca-se uma questão para a humanidade.

O que nós somos?

Uma vez que as certezas acabaram, as verdades se multiplicam, guerreiam entre si, como podemos lidar com nós mesmos? 
A quimera ganha seu equivalente no século XXI. 

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