Cyborgs não existem mais apenas em nossa imaginação: estão em todos os lados. Desde a modelo de prótese até o usuário da web, com seus perfis em redes sociais. Somos além, mas não melhores. Diferentes. O que acredito ser fundamental nisso é que: coloca-se uma questão para a humanidade.
O que nós somos?
Uma vez que as certezas acabaram, as verdades se multiplicam, guerreiam entre si, como podemos lidar com nós mesmos?
A quimera ganha seu equivalente no século XXI.
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